Conexão Com Deus e Uns Com os Outros


Estudos profundos das escrituras, bons tempos com Deus, oração e comunhão entre todos os membros (incluindo filhos) devem mover as Igrejas em Casa.

James e Kelly Shults reuniram-se com os líderes das Igrejas em Casa de todas as regiões de São Paulo na véspera (13 de junho) da inauguração da Igreja de Cristo Internacional de São Paulo, no bairro da Barra Funda, e falaram de importantes convicções que devemos ter como líderes de famílias físicas e espirituais. Eles inspiraram a todos os presentes com uma reflexão sobre a importância da prática de quatro princípios estabelecidos pelos primeiros cristãos em Atos 2: 41- 47. “Assim como hoje em nossa igreja, vivenciamos algumas mudanças, lá em Atos 2, os cristãos também estavam passando por diversas transformações. Tudo era novo e Deus estava abençoando”, disse James. Àqueles cristãos tinham nos corações algumas convicções que valem para a igreja hoje:

  • Os cristãos daquele momento histórico “se dedicavam ao ensino dos apóstolos” (v.42). Hoje ainda nossas convicções devem continuar as mesmas. Mas a inspiração virá de nosso tempo com Deus. Mas “não podemos confiar em nossas forças. Nosso impacto não vem de nós. Não somos fonte de inspiração, Deus é”, enfatizou James. “É preciso proteger minha intimidade com Deus. Lutar pela minha conexão emocional com o Criador”, ensinou. O impacto e a influência de cada um virão do nosso relacionamento com Deus. Segundo ele, não precisamos ficar inseguros, mas buscar por inspiração em nosso tempo com Deus que deve ser feito de forma profunda e variada: investigar cada conteúdo bíblico, leituras de diversos livros que tratam de temas bíblicos e outras traduções das escrituras.

  • “Se dedicaram à comunhão”. Estavam sempre juntos, “reunidos no pátio do templo” para encorajar, levar uma instrução na igreja, em suas casas etc. A comunhão dos cristãos era muito forte, todos os dias! James reconheceu que estamos vivendo um momento e dinâmica diferentes em nossas vidas. “Muitos estão com cabelos brancos, casaram, tiveram filhos e alguns já estão grandes. Mas devemos nos esforçar para trazer suas famílias para reunir e conviver com os irmãos.” As crianças não devem ficar separadas em todas as reuniões. ”As crianças precisam experimentar o convívio com todos, saber quem são os visitantes, quem está estudando a Bíblia para orarem por eles, assim teremos filhos envolvidos no Reino de Deus”. O convívio com os irmãos é uma ótima oportunidade para criar um senso de família, abertura para falarmos qualquer coisa e aceitação mútua. “Somos uma família e devemos criar esse senso entre todos”, ensinou.

  • A escritura fala do “partir do pão” que tem dois significados. O de refeição mesmo, de comermos juntos, criando intimidade e o segundo sentido é o da Ceia do Senhor, onde nos lembramos de Jesus a cada dia, onde quer que estejamos. “Não só o que Ele fez no passado, mas o que ele faz por nós diariamente. Tem algo poderoso em ficar e sentar em volta da mesa com o grupo, esse convívio é muito especial”. Kelly ressaltou a importante contribuição da mulher no envolvimento e tipo de ambiente criado nas Igrejas em Casa. “Embora a liderança seja dos homens, cabe às mulheres a responsabilidade de criar o espírito de família na igreja em casa promovendo o acolhimento, o calor e o envolvimento de todos. Se as mulheres forem frias, egoístas, a igreja será assim também. Já mulheres amorosas, promovem ambientes e igrejas amorosas”, enfatizou.

  • Dedicavam-se às orações. O poder é de Deus; a inspiração vem de seu Espírito. “Nada acontecerá por causa de nossa inteligência, força e sim por causa do amor e poder de Deus. Devemos nos lembrar do poder de Deus, pois essa é a única maneira de crescer, vencer as inseguranças, medos e desafios. Por isso devemos crescer na dedicação à oração, nos abrindo com o Senhor sobre todas as coisas”, disse. “Ele move tudo aquilo que você não consegue” e “essa é uma convicção que não pode faltar”, enfatizou.

Em Salmo 27:4 aprendemos que não devemos orar só para pedir, mas para estar com Deus. Ao orar nos conectamos diretamente a Deus, e ao fazermos isso, devemos acalmar nossa alma para estarmos com Ele. À medida que oramos passamos a ver as coisas sob as lentes de Deus e adquirimos a visão d’Ele sobre as coisas, e não a nossa.

James nos encorajou a buscar primeiramente a face de Deus, e depois suas mãos (bênçãos). Ele enfatizou que o coração de um líder de igreja em casa deve ter como base “o amor ao seu grupo e apontá-los para Deus”.

Os princípios bíblicos aplicados pelos primeiros cristãos do livro de Atos 2 valem hoje para as igrejas em casa, nossas famílias físicas e espirituais. Nesse raciocínio James mostrou que as famílias saudáveis apresentam quatro atitudes:

- Elas leem as Escrituras todos os dias de manhã. “Isso dá firmeza e solidez”;

- Também tem comunhão. “Qualquer família tem que passar tempo junto para se divertir, encorajar, ajudar, lidar um com outro;

- Partem o pão, ou seja, fazem refeições juntas;

- A oração faz parte da dinâmica delas. Oram juntos, antes das refeições, antes de dormir, diante de situações difíceis (neste caso, a pergunta que deve ser feita sempre é: “você já orou sobre isso?").

Dessa forma, alicerçados em Deus, “Ele vai abençoar todos os nossos esforços”, conclui.

James e Kelly Shults mudaram do Brasil e hoje lideram parte da região norte de San Diego nos Estados Unidos.



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